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Notícias

Segunda, 17 Julho 2000 21:00

Sancionada a Agência Nacional de Águas

Quinta, 13 Julho 2000 21:00

Abertas inscrições para bolsas

Quinta, 13 Julho 2000 21:00

Funcionários do MMA aderem

Letícia Verdi No Encontro Nacional de Inovação e Sustentabilidade, provido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em Brasília, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou, nesta quarta-feira (02/05) , que o momento é de agir. "É claro que, no âmbito governamental e não governamental, não existe mais espaço para postergar a ação", disse. "A crise mundial em todas as esferas leva a um sentido de urgência dos fatos.Sustentabilidade não é questão de idealismo, é pragmatismo". Segundo a ministra, há 20 anos, quando foi realizada, também no Rio, a Eco92, a geopolítica do Brasil e do mundo era muito diferente da atual. Hoje, não existe mais a polarização norte-sul, que foi substituida pela globalização, impulsionada pelo fenômeno das  redes sociais. Na conferência de 1992, argumenta, protocolos multilaterais de meio ambiente foram assinados e todas as questões discutidas.  Dai a necessidade de optar por uma ação imediata durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que será realizada em junho. "O desafio após a Rio+20 será muito maior", acrescentou. COMO FAZER? Izabela Teixeira assegura que nenhum país questiona os novos paradigmas, que são segurança alimentar, energética, hídrica, discussão climática e uso dos ativos naturais, questões que serão discutidas na Rio+20, do ponto de vista da sustentabilidade. O problema é sobre como promover essa transformação, Para isso, será necessário implantar novas formas de produção (limpa, de baixo impacto ambiental e com emissões reduzidas de carbono), mudar o padrão de consumo atual e evitar o desperdício, substituindo-o pelo consumo consciente. Parte das respostas, diz a ministra, está no Plano de Produção e Consumo Sustentável (PPCS), elaborado pelo MMA e  reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como referência. O Brasil defende um pacto global de produção e consumo racionais. "É inevitável discutir as cidades sustentáveis", disse a ministra. "É impossível avançar no aspecto ambiental sem levar em conta o aspecto econômico. Agora, temos que ter uma visão coordenada das questões. Todos temos que construir uma solução". Em 1992, o setor produtivo, por exemplo, teve um papel tímido; em 2012, será estuturante. "Os bancos de desenvolvimento terão um papel fundamental, como o Banco Mundial teve nos anos 1990", exemplificou. Participou também da mesa de abertura do evento o presidente do Sebrae, Luiz Barreto, que falou sobre o planejamento e a preparação do Sebrae para a Rio+20. "Temos que reconhecer a importância da gestão empresarial e pensar soluções inovadoras, como a eficiência energética, para ter sustentabilidade", disse.
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