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Conselho da Amazônia e Secretaria da Amazônia irão trabalhar juntos, diz ministro do Meio Ambiente

Ricardo Salles reforçou que o objetivo maior é preservar o meio ambiente e o desenvolvimento socioeconômico da região

Publicado: Terça, 21 Janeiro 2020 19:24 Última modificação: Quarta, 22 Janeiro 2020 16:13
Crédito: Ascom MMA Conselho da Amazônia e Secretaria da Amazônia irão trabalhar juntos, diz ministro do Meio Ambiente

Em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira (21), em Brasília, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que o Conselho da Amazônia, anunciou hoje pelo presidente Jair Bolsonaro, irá trabalhar ao lado da Secretaria da Amazônia para avançar nas políticas públicas para o desenvolvimento sustentável da região.

“Essa ação coordenada é muito importante porque os temas são transversais. E uma presidência do Conselho, que capturou o vice-presidente Mourão, que viveu e conhece bem a Amazônia e os problemas que existem, foram muito acertados ”, disse. 

Salles tratou ainda como funciona a Força Nacional Ambiental, também anunciada nesta terça-feira. A exemplo da Força Nacional de Segurança Pública, será composto por vários estados efetivos, envolvendo órgãos e policiais militares, e acionado quando necessário, incorporando avanços e experiências acumuladas.

Ele destacou ainda que a Estratégia de Combate ao Desmatamento Ilegal, anunciada no fim do ano passado, e que começa a ser implantada, será determinante para a instituição do ambientalismo do resultado, com base nos quatro eixos prioritários: regularização fundiária, zoneamento econômico-ecológico, Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e bioeconomia.

“Desde o ano passado, já trabalhamos em parceria com o Ministério da Economia, com os estados e outros órgãos, para enfim colocar o pé nessa agenda da bioeconomia, da valorização dos ativos da floresta. Não apenas cosméticos, como indústria farmacêutica, de alimentos, enfim, tudo o que diz respeito às cadeias produtivas de produtos da Amazônia ”, reforçou Ricardo Salles. “Outro tema importante é o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), para valorizar quem preserva a floresta e conserva o meio ambiente.”

O ministro também ressaltou que o governo federal, sem final do ano passado, transferiu R $ 430 milhões para os estados, fruto do fundo de recuperação da Lava-Jato e Petrobrás. “Recurso que os estados devem usar, obrigatoriamente, por decisão do ministro Alexandre de Moraes, para conservação da região. É um pacote bastante consistente ”, finalizou.

 

Ascom MMA
(61) 2028-1227

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