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Polinizadores

Manual de Boas Práticas Agrícolas
Tamamho do Arquivo:
3.54 MB
Data:
25 de Julho de 2016
2015. 72p. Autor: Bruno Ferreira. Este manual é um guia para agricultores, educadores, gestores de áreas protegidas e de parques urbanos e para jardineiros, para ajudá-los a prover, aprimorar e manejar os ambientes agrícolas, naturais e urbanos para agentes polinizadores.

O propósito deste manual é oferecer ferramentas, informações e sugestões práticas para a conservação dos polinizadores e ajudar a mostrar ao público como suas ações podem afetar diretamente, de forma positiva ou negativa, os polinizadores.

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).
 
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Aplicações do protocolo de avaliação socioeconômica de práticas amigáveis aos polinizadores no Brasil
Tamamho do Arquivo:
3.51 MB
Data:
25 de Julho de 2016
2015.76p. Autores: L. A. Garibaldi, M. Dondo, B. M. Freitas, J. Hipólito, C. S. S. Pires, V. Sales, B. Viana e M. B. Vilar. A presente publicação é resultado da aplicação de um protocolo de avaliação socioecônomica de práticas agrícolas, definido no âmbito do Projeto internacional UNEP/ GEF/FAO “Conservação e Manejo de Polinizadores para uma Agricultura Sustentável, através de uma Abordagem Ecossistêmica”.

A finalidade desse esforço de sistematização foi ressaltar a importância de se promover o equilíbrio entre os capitais financeiro, social, físico, humano e natural para garantir a manutenção dos serviços de polinização e o bem-estar dos seres humanos.

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).
 
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Livreto Mais abelhas, mais algodão
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3.20 MB
Data:
25 de Julho de 2016
2015. 20p. Autores: Wallyson A. Rodrigues, Viviane C. Pires, Karoline R. S. Torezani, Carmen S. S. Pires. Durante três anos, a Rede de Pesquisa sobre Polinizadores do Algodoeiro no Brasil – POAL realizou estudos sobre as espécies de abelhas que visitam as flores do algodoeiro. Como parte de divulgação dos resultados, elaboramos esta cartilha onde sugerimos práticas de manejo para a preservação dessas espécies.

Nesta cartilha, você encontra a história de dois agricultores familiares dialogando e compartilhando conhecimentos entre si.

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).
 
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Livreto Abelhas e outros insetos - Ensino Fundamental – 7°, 8º e 9º anos
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1.95 MB
Data:
25 de Julho de 2016
2015. 28p. Coordenação: Maria Cristina Gaglianone. De uma forma ilustrada e divertida, este livreto apresenta as abelhas e outros insetos importantes para a polinização de plantas da nossa região. O objetivo é transmitir, aos alunos do 7º, 8º e 9º anos do Ensino Fundamental, informações sobre a vida e a diversidade dos insetos de maneira prática, a fim de instigar a curiosidade e auxiliar na conscientização sobre a importância destes animais.

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).
 
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Livreto Abelhas e outros insetos - Ensino Fundamental – 5º e 6º anos
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2.81 MB
Data:
25 de Julho de 2016
2015. 36p. Coordenação: Maria Cristina Gaglianone. De uma forma ilustrada e divertida, este livreto apresenta as abelhas e outros insetos importantes para a polinização de plantas da nossa região. O objetivo é transmitir, aos alunos do 5º e 6º anos do Ensino Fundamental, informações sobre a vida e a diversidade dos insetos de maneira prática, a fim de instigar a curiosidade e auxiliar na conscientização sobre a importância destes animais.

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).

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As abelhas polinizadoras nas propriedades rurais
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3.11 MB
Data:
25 de Julho de 2016
2015. 36p. Autores: Gleiciane Bürger Patricio Roberto, Paula Carolina Montagnana, Felipe Gonçalves Brocanelli, Bruno Barufatti Grisolia, Zhu Xing Fang, Daniela da Costa Matsuda e Maria José de Oliveira Campos. Este livreto apresenta algumas questões para se pensar sobre a importância das espécies que realizam a polinização, como as abelhas, as borboletas, os besouros, as vespas e as moscas – os polinizadores.

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).
 
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Polinizadores na agricultura Ênfase em abelhas
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1.31 MB
Data:
25 de Julho de 2016
2015. 40p. Coordenação: Maria Cristina Gaglianone. O objetivo desta cartilha é apresentar informações sobre as abelhas nativas da região norte-noroeste do estado do Rio de Janeiro, relativas aos aspectos de sua biologia, tais como a construção de ninhos e polinização das plantas. Serão abordadas também as características morfológicas das abelhas, a fim de facilitar o reconhecimento das principais espécies envolvidas na polinização de diversos cultivos agrícolas.

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).

 
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Polinização do meloeiro: biologia reprodutiva e manejo de polinizadores
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2.17 MB
Data:
25 de Julho de 2016
2015. 36p. Autores: Lúcia Helena Piedade Kiill, Márcia de Fátima Ribeiro, Kátia Maria Medeiros de Siqueira e Eva Mônica Sarmento Silva. O melão é um fruto muito apreciado e de popularidade crescente no Brasil, sendo também consumido em larga escala na Europa, Estados Unidos e Japão. Rico em vitaminas (A, B, B2, B5 e C) e sais minerais (potássio, sódio e fósforo), também apresenta propriedades medicinais, terapêuticas, diuréticas, calmantes e alcalinizantes, características essas que estimulam seu consumo.

A carência de informações sobre o uso de abelhas-melíferas para a polinização do meloeiro, associada à necessidade de usá-las nas áreas cultivadas, tem levado os produtores a comprarem ou alugarem colônias e usá-las sem nenhum critério.

Dessa forma, a presente publicação é voltada para produtores, apicultores, assistência técnica e demais agentes envolvidos nessa cadeia produtiva, visando sensibilizá-los para a adoção de práticas agrícolas mais amigáveis aos polinizadores do meloeiro.

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).
 
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A castanheira-do-brasil: avanços no conhecimento das práticas amigáveis à polinização
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4.70 MB
Data:
25 de Julho de 2016
2015. 88p. Autores: Márcia Motta Maués, Cristiane Krug, Lúcia Helena Oliveira Wadt, Patrícia Maria Drumond, Marcelo Casimiro Cavalcante e Andréa Cristina Silva dos Santos. A castanheira-do-brasil (Bertholletia excelsa Bonpl.), também conhecida como castanheira-do-pará, é uma das mais exuberantes árvores da Floresta Amazônica. Trata-se de um produto extrativista e não-madeireiro cujo comércio doméstico e internacional foi estabelecido há mais de 120 anos. O comércio e a indústria de castanha são atividades social e ecologicamente corretas, pois aumentam a renda dos produtores extrativistas e promovem a conservação de grandes extensões da floresta.

Para evitar o decréscimo nas populações de polinizadores naturais em plantações comerciais e, consequentemente, a baixa produção de frutos, faz-se necessário buscar alternativas para garantir a permanência dos polinizadores nesses agroecossistemas, seja através do manejo direto dos polinizadores ou da adoção de medidas que beneficiem o estabelecimento de populações desses agentes de polinização nas áreas agrícolas.

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).
 
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Plano de manejo para polinizadores em áreas de algodoeiro consorciado no Nordeste do Brasil
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3.74 MB
Data:
25 de Julho de 2016
2015. 44p. Coordenação Geral: Carmen S. S. Pires e Fernando S. Silveira. Atualmente, no Nordeste, o algodoeiro é cultivado em pequenas propriedades rurais, tanto na agricultura familiar como em pequenos empreendimentos agrícolas. A produção de algodão não depende inteiramente da polinização promovida pelos insetos, mas pode ser aumentada quando as abelhas visitam as flores do algodoeiro.

A proposta deste documento é desenvolver um plano de manejo de polinizadores para áreas de algodoeiro consorciado com culturas que possuem algum grau de dependência da polinização realizada pelas abelhas.

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).
 
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Plano de manejo para polinização de macieiras da variedade Eva
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4.11 MB
Data:
25 de Julho de 2016
2015.60p. Coordenadora: Blandina Felipe Viana. A macieira (Malus domestica Borkh) é uma espécie que apresenta muitas cultivares com alto grau de incompatibilidade, sendo necessário o plantio simultâneo de duas ou mais variedades que permita uma polinização cruzada eficiente, o que torna os serviços de polinização ainda mais necessários para esta cultura.

O presente manual, abordando conceitos e informações contextualizadas sobre requerimentos de polinização de macieiras da variedade Eva e apresentando propostas de manejo desse importante serviço da biodiversidade, visa orientar os agricultores e os profissionais das áreas das ciências agrárias e ambientais sobre as demandas dessa cultura agrícola pelos serviços de polinização e para conservação e manejo sustentado dos seus polinizadores.

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).
 
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Plano de manejo para os polinizadores do tomateiro
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1.93 MB
Data:
25 de Julho de 2016
2015.52p. Coordenadores: Lucio Antonio Oliveira Campos e Maria Cristina Gaglianone. Atualmente, o tomateiro é amplamente distribuído e possui muitas variedades melhoradas geneticamente, constituindo um importante produto na alimentação humana.
As abelhas são os polinizares eficientes desta planta. Apesar das características do tomateiro permitirem a autopolinização espontânea, a transferência de pólen realizada pelas abelhas nativas aumenta a produtividade e a qualidade dos frutos.

Este plano de manejo tem como objetivos apresentar informações sobre a biologia floral do tomateiro e de seus polinizadores e propor medidas que minimizem o déficit de polinização, buscando maior qualidade na produtividade e segurança na alimentação humana.

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO),
com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).

 
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Plano de manejo para polinização da cultura da canola
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2.30 MB
Data:
25 de Julho de 2016
2015. 44p. Coordenadora: Betina Blochtein. O nome CANOLA (CANadian Oil Low Acid) foi adotado em 1978 para distinguir o produto da Colza, com toxicidade para humanos devida aos elevados teores de ácido erúcico e glicosanatos, destinado ao consumo animal.
O cultivo da canola representa elevado valor socioeconômico, pois viabiliza a produção de óleos vegetais no inverno, em continuidade à produção de soja no verão. Assim, contribui para otimizar o uso da terra, da mão de obra e de equipamentos.

A Rede Brasileira Para a Polinização de Canola (REDE CANOLA) analisou o sistema de polinização de duas cultivares de canola, os potenciais polinizadores e a paisagem de entorno da cultura em três regiões do Rio Grande do Sul. O objetivo desse projeto foi propor subsídios para o manejo sustentável de polinizadores de canola visando à redução do déficit de polinização e o aumento da produtividade agrícola.

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).
 
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Sem Abelha, Sem Alimento - Caderno de Atividades para Educação Ambiental
Data:
24 de Março de 2016
2015. 56p. Autoras: Rosane Malusá Gonçalves Peruchi e Lionel Segui Gonçalves. Este caderno didático foi concebido como um roteiro para ajudar professores e educadores a alfabetizar seus alunos em um tema tão importante quanto fascinante: as abelas, suas atividades na natureza e sua relação com os seres humanos.

Queremos despertar as crianças para a consciência do serviço de polinização prestado pelas abelhas e outros agentes polinizadores. Essa questão tem, indiscutivelmente, um impacto global, já que a polinização está diretamente associada à manutenção da biodiversidade, à produção de alimentos no mundo e ao desenvolvimento de um mundo sustentável.

O caderno de atividades "Sem Abelha, Sem Alimento" apresenta-se em cinco módulos:

1-Como são as abelhas?
2-Onde vivem as abelhas?
3-Como é a vida na colmeia?
4-Por que as abelhas são importantes?
5-Como podemos proteger as abelhas?

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).

O Caderno de Atividades pode ser acessado por meio de um simples cadastro no site "semabelhasemalimento.com.br". Acesse!


Plano de Manejo para Polinização da Cultura do Cajueiro
Tamamho do Arquivo:
2.03 MB
Data:
03 de Junho de 2015
2014. 56p. Autores: Breno Freitas (Coordenador), Claudia Silva, Camila Lemos, Epifânia Emanuela Rocha, Keniesd Sampaio Mendonça e Natália Pereira. Este livreto é destinado aos agricultores e comunidades locais ligados ao cultivo do cajueiro e interessados em uma produtividade baseada na proteção dos animais polinizadores da cultura e de seu ambiente.

O cajueiro (Anacardium occidentale L.) é uma árvore da família Anacardiaceae, nativa do Brasil. Esta planta destaca-se das demais do tabuleiro pelo seu valor socioeconômico, decorrente da comercialização do seu fruto, a castanha, tanto por sua amêndoa quanto pelo óleo extraído da casca, comumente chamado de LCC (Líquido da Casca da Castanha). Ambos os produtos são altamente valorizados e são usados de formas diversas, que vão desde a alimentação humana e animal com a amêndoa até uma variedade de aplicações industriais do LCC.

O Brasil já foi o maior produtor mundial de castanha de caju, mas atualmente responde por apenas 5,4% do montante, ocupando a quinta colocação entre os maiores produtores. A principal razão da perda de espaço do Brasil no mercado mundial de castanha de caju é a baixa produtividade da cultura no país.

Vários fatores vêm sendo apontados ao longo dos anos como os responsáveis pela baixa produtividade brasileira, tais como a falta de correção dos solos, irrigação, controle de pragas e doenças e a predominância de cajueirais velhos e improdutivos. No entanto, apesar dos vários estudos e esforços empregados nessas áreas, não se tem observado melhorias na produtividade brasileira.

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).

                                                                                               VERSÃO IMPRESSA ESGOTADA
Polinização e Polinizadores. Caderno de Atividades
Tamamho do Arquivo:
4.14 MB
Data:
23 de Abril de 2015
2014. 24p. Produção: Helione Cristina Silva Barreira, Walter Costa Neto, Renata Brito Araujo, Fabiana Oliveira da Silva e Blandina Felipe Viana. Essa série de cartilhas, voltadas para estudantes do ensino fundamental e médio, que tratam da importância dos serviços de polinização e de suas ameaças, foram produzidas pela equipe de estudantes e professores do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia, em parceria com as Secretarias de Educação dos Municípios de Mucugê e Ibicoara, na Bahia, como parte das ações de extensão universitária desenvolvidas pela Rede de Pesquisa em Polinização e Manejo Sustentável de Polinizadores – POLINFRUT, nesses municípios, com apoio dos projetos “Aportes teóricos da ecologia para o planejamento de paisagens agrícolas amigáveis aos polinizadores” (Programa ARPA- PROEXT 2012 MEC/SESu).

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).


                                                                                                   VERSÃO IMPRESSA ESGOTADA
Polinização e Polinizadores
Tamamho do Arquivo:
11.80 MB
Data:
23 de Abril de 2015
2014. 32p. Produção: Helione Cristina Silva Barreira, Walter Costa Neto, Renata Brito Araújo, Fabiana Oliveira da Silva e Blandina Felipe Viana. Essa série de cartilhas, voltadas para estudantes do ensino fundamental e médio, que tratam da importância dos serviços de polinização e de suas ameaças, foram produzidas pela equipe de estudantes e professores do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia, em parceria com as Secretarias de Educação dos Municípios de Mucugê e Ibicoara, na Bahia, como parte das ações de extensão universitária desenvolvidas pela Rede de Pesquisa em Polinização e Manejo Sustentável de Polinizadores – POLINFRUT, nesses municípios, com apoio dos projetos “Aportes teóricos da ecologia para o planejamento de paisagens agrícolas amigáveis aos polinizadores” (Programa ARPA- PROEXT 2012 MEC/SESu).

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).

                                                                                             VERSÃO IMPRESSA ESGOTADA
Água & Polinização. Qual a importância dessa relação para a vida na Terra?
Tamamho do Arquivo:
11.50 MB
Data:
23 de Abril de 2015
2014. 36p. Produção: Walter Costa Neto, Helione Cristina Silva Barreira, Renata Brito Araujo, Fabiana Oliveira da Silva e Blandina Felipe Viana. Essa série de cartilhas, voltadas para estudantes do ensino fundamental e médio, que tratam da importância dos serviços de polinização e de suas ameaças, foram produzidas pela equipe de estudantes e professores do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia, em parceria com as Secretarias de Educação dos Municípios de Mucugê e Ibicoara, na Bahia, como parte das ações de extensão universitária desenvolvidas pela Rede de Pesquisa em Polinização e Manejo Sustentável de Polinizadores – POLINFRUT, nesses municípios, com apoio dos projetos “Aportes teóricos da ecologia para o planejamento de paisagens agrícolas amigáveis aos polinizadores” (Programa ARPA- PROEXT 2012 MEC/SESu).

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).

                                                                                             VERSÃO IMPRESSA ESGOTADA
Agrotóxicos & polinizadores: Isso combina?
Tamamho do Arquivo:
1.73 MB
Data:
23 de Abril de 2015
2014. 28p. Produção: Fabiana Oliveira da Silva, Helione Cristina Silva Barreira, Walter Costa Neto, Renata Brito Araujo, Maria Cecilia de Lima e Sá de Alencar Rocha e Blandina Felipe Viana. Essa série de cartilhas, voltadas para estudantes do ensino fundamental e médio, que tratam da importância dos serviços de polinização e de suas ameaças, foram produzidas pela equipe de estudantes e professores do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia, em parceria com as Secretarias de Educação dos Municípios de Mucugê e Ibicoara, na Bahia, como parte das ações de extensão universitária desenvolvidas pela Rede de Pesquisa em Polinização e Manejo Sustentável de Polinizadores – POLINFRUT, nesses municípios, com apoio dos projetos “Aportes teóricos da ecologia para o planejamento de paisagens agrícolas amigáveis aos polinizadores” (Programa ARPA- PROEXT 2012 MEC/SESu).

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).


                                                                                             VERSÃO IMPRESSA ESGOTADA
Biologia da Polinização
Tamamho do Arquivo:
16.35 MB
Data:
23 de Abril de 2015
2014. 532p. Organizadores: André Rodrigo Rech, Kayna Agostini, Paulo Eugênio Oliveira e Isabel Cristina Machado. A polinização é considerada um serviço ecossistêmico básico e que suporta os outros serviços ecossistêmicos disponibilizados pela natureza, como aumento da produção agrícola, do controle biológico e da erosão do solo, ciclagem de nutrientes, conservação da vida selvagem etc. Nos últimos anos, as alterações antrópicas, ou seja, os impactos causados pelo homem na sua utilização dos recursos naturais, levaram ao decréscimo de populações de alguns polinizadores fundamentais para a produção de alimento no mundo. Como consequência, um alerta geral sobre a importância do tema surgiu nos cenários científico e econômico.

Este livro, cuidadosamente preparado para esta ocasião, é o mais importante e atual sobre Biologia da Polinização publicado no Brasil, em português, e está entre os melhores da literatura internacional. Destaca-se a abordagem evolutiva, precisa e ao mesmo tempo simples. Os capítulos foram bem elaborados, utilizaram ampla literatura e nos trazem um panorama muito completo sobre o que é conhecido atualmente sobre a polinização.

O projeto que culminou com a redação desse livro nasceu da preocupação coletiva da disponibilização de um material de relevância acadêmica na área de biologia da polinização acessível aos estudantes de todo o Brasil.

O livro foi produzido como parte do projeto “Conservação e manejo de polinizadores para uma agricultura sustentável, através da abordagem ecossistêmica”, sendo implementado em sete países, Brasil, África do Sul, Índia, Paquistão, Nepal, Gana e Quênia e apoiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). A atividade é coordenada globalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP). No Brasil, a coordenação do projeto é do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com apoio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO).


                                                                                             VERSÃO IMPRESSA ESGOTADA
 
 
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