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Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade

Guia para a Formulação de Políticas Públicas Estaduais e Municipais de Pagamento por Serviços Ambientais
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864.80 kB
Data:
28 de Junho de 2017
2017. 77p. Este guia pretende ser um documento orientador para formulação de políticas públicas de Pagamento por Serviços Ambientais.

Conceitualmente, Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) são transações econômicas em decorrência de atividades que promovem ou incentivam a preservação e conservação do serviços providos pelos ecossistemas (os chamados serviços ecossistêmicos) O reconhecimento de que os ecossistemas são provedores de uma grande diversidade de benefícios para as sociedades – econômicos, sociais e ambientais – constitui um forte argumento para a elaboração de políticas públicas para a conservação da natureza. Aliado a essa questão, há que se mencionar que tais serviços ecossistêmicos estão, inclusive, disciplinados no artigo 41 da Lei de Proteção da Vegetação Nativa (Lei n° 12.651/2012).

Avançam no país experiências que usam instrumentos econômicos como forma de incentivar condutas ambientalmente corretas. Em geral é esse o mecanismo utilizado para a formulação de políticas públicas de PSA. Trata-se de um mecanismo complementar aos inúmeros instrumentos de comando e controle já presentes na legislação ambiental brasileira.

Nesse sentido, o presente guia tem como objetivo fornecer conceitos, exemplos práticos e apresentar os elementos e aspectos principais a serem tratados na normatização legal de políticas públicas de PSA, oferecendo, principalmente aos formuladores dessas políticas, uma orientação para a normatização legal pretendida.

Este guia é dirigido principalmente a: (1) Gestores e servidores públicos dos poderes executivos estadual e municipal; (2) Representantes dos poderes legislativos estadual e municipal, bem como suas assessorias; (3) Instituições regionais e/ou locais que possam vir a fazer parte de arranjos institucionais para a elaboração e implantação de programas e projetos de PSA; (4) Empresas interessadas em se engajar como provedoras ou demandantes de serviços ambientais em mecanismos de PSA.

Esta publicação foi desenvolvida a partir da iniciativa conjunta do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, no contexto do Projeto TEEB Regional-Local, da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza (Fundação Grupo Boticário) e do Instituto de Conservação Ambiental - The Nature Conservancy do Brasil (TNC).
TEEB Infográficos
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1.64 MB
Data:
25 de Novembro de 2016
Infográficos explicam o Projeto de Conservação da Biodiversidade através da Integração de Serviços Ecossistêmicos em Políticas Públicas e na Atuação Empresarial - Projeto TEEB Regional-Local



English version
Ferramenta de Cálculo das Diretrizes Empresariais para a Valoração Econômica de Serviços Ecossistêmicos (DEVESE)
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2.22 MB
Data:
09 de Março de 2016
2015. O Programa Tendências em Serviços Ecossistêmicos (TeSE) tem como motivação ajudar o setor empresarial a entender e dimensionar a importância do capital natural para os seus negócios a também para a sociedade através do desenvolvimento de estratégias e ferramentas destinadas à gestão de empresarial de impactos, dependências, riscos e oportunidades relacionados a serviços ecossistêmicos.

Para auxiliar no cumprimento desses objetivos a TeSE desenvolveu a "Ferramenta de cálculo para quantificação e valoração de serviços ecossistêmicos" (Ferramenta de cálculo da DEVESE).

A ferramenta encontra-se atualmente na versão "Ferramenta v1.0".

Calcution Tool - English version

O que é Biodiversidade?
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7.06 MB
Data:
28 de Janeiro de 2016
Infográfico explica a definição de biodiversidade, ressalta a importância dela no dia a dia de cada um, fornece dicas de como contribuir para conservá-la, além de apresentar dados relacionados ao conhecimento do tema.


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Valoração Econômica de Serviços Ecossistêmicos Relacionados aos Negócios - DEVESE (Ciclo 2014)
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1.04 MB
Data:
28 de Janeiro de 2016
GVCes, 2015. A iniciativa empresarial Tendências em Serviços Ecossistêmicos (TeSE), foi lançada em 2013 pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (GVces/EAESP-FGV) com a missão de apoiar o setor empresarial brasileiro na incorporação do capital natural na tomada de decisão de negócios. Desde então, a TeSE vem desenvolvendo, por meio de um processo de construção conjunta com suas empresas membro, ferramentas destinadas à quantificação, valoração econômica e relato de dependências, impactos sofridos pelas empresa e externalidades por elas causadas no que se refere a serviços ecossistêmicos.

Esta publicação traz um resumo dos resultados obtidos, até então, por meio de projetos piloto de aplicação das Diretrizes Empresariais para a Valoração Econômica de Serviços Ecossistêmicos (DEVESE), e sua respectiva ferramenta de cálculo – uma planilha excel de apoio à implementação das DEVESE.

O presente trabalho foi desenvolvido no âmbito da parceria com o Projeto TEEB R-L. O Projeto “TEEB Regional-Local: Conservação da Biodiversidade por meio da Integração de Serviços Ecossistêmicos em Políticas Públicas e na Atuação Empresarial” é uma realização do Governo Brasileiro, coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), no contexto da Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável. O Ministério Federal do Meio Ambiente, Conservação da Natureza, Construção e Segurança Nuclear (BMUB) da Alemanha apoia, como parte da Iniciativa Internacional de Proteção ao Clima (IKI), a execução do Projeto por meio do apoio técnico da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH.

ENGLISH VERSION

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Diretrizes Empresariais para a Valoração Econômica de Serviços Ecossistêmicos (DEVESE)
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1.81 MB
Data:
19 de Agosto de 2015
GVCes, 2015. As Diretrizes Empresariais para a Valoração Econômica de Serviços Ecossistêmicos (DEVESE) tem por objetivo auxiliar na gestão empresarial para valoração de suas vulnerabilidades e impactos sobre o capital natural, em especial as externalidades. Esta publicação sistematiza os trabalhos de 2014 e apresenta a segunda versão da DEVESE, com aprimoramento dos métodos já existentes para seis serviços ecossistêmicos (quantidade de água; qualidade da água; assimilação de efluentes; biomassa combustível; regulação do clima global; e recreação e turismo) e novos métodos para dois serviços ecossistêmicos (polinização; e erosão do solo). Mais informações em: tendenciasemse.com.br

O presente trabalho foi desenvolvido no âmbito da parceria com o Projeto TEEB R-L. O Projeto “TEEB Regional-Local: Conservação da Biodiversidade por meio da Integração de Serviços Ecossistêmicos em Políticas Públicas e na Atuação Empresarial” é uma realização do Governo Brasileiro, coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), no contexto da Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável. O Ministério Federal do Meio Ambiente, Conservação da Natureza, Construção e Segurança Nuclear (BMUB) da Alemanha apoia, como parte da Iniciativa Internacional de Proteção ao Clima (IKI), a execução do Projeto por meio do apoio técnico da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH.

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Diretrizes Empresariais para o Relato de Externalidades Ambientais - DEREA
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Data:
19 de Agosto de 2015
GVCes, 2015. As Diretrizes Empresariais para Relato de Externalidades Ambientais (DEREA) tem por objetivo orientar o relato de externalidades ambientais relacionadas a serviços ecossistêmicos, sendo o passo seguinte à aplicação da DEVESE 2.0. Mais informações em: tendenciasemse.com.br

O presente trabalho foi desenvolvido no âmbito da parceria com o Projeto TEEB R-L. O Projeto “TEEB Regional-Local: Conservação da Biodiversidade por meio da Integração de Serviços Ecossistêmicos em Políticas Públicas e na Atuação Empresarial” é uma realização do Governo Brasileiro, coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), no contexto da Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável. O Ministério Federal do Meio Ambiente, Conservação da Natureza, Construção e Segurança Nuclear (BMUB) da Alemanha apoia, como parte da Iniciativa Internacional de Proteção ao Clima (IKI), a execução do Projeto por meio do apoio técnico da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH.

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Decisões da CDB e o Setor de Negócios
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Data:
19 de Agosto de 2015
Jameson Jones-Doyle, 2014. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), como Secretaria Executiva da Iniciativa Brasileira de Negócios e Biodiversidade - por sua vez, membro da Parceria Global de Negócios e Biodiversidade da CDB - foi a responsável pela concepção deste documento, com apoio Governo Brasileiro através do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e do Governo Alemão através do Ministério do Meio Ambiente, Conservação da Natureza, Construção e Segurança Nuclear (BMUB) por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH no âmbito do Projeto TEEB Regional-Local.

Esse documento visa esclarecer, de maneira simples, o que as decisões relacionadas ao setor empresarial e documentos correlatos significam para o setor. Em outras palavras, este documento responde a pergunta: “o que é que isto tem a ver comigo”?

As Decisões relacionadas a negócios, resultantes das Conferências das Partes (COP), que acontecem a cada dois anos, representam o "ponto de vista global" no que diz respeito a negócios e biodiversidade, conforme acordado entre todos os países da CDB. Colocado de outra forma, esses documentos contém as aspirações, os compromissos e os apelos do setor empresarial de todo o mundo e que são acordados pela maior parte dos governos nacionais. Como tal, esses documentos fornecem um olhar sobre o qual líderes empresariais podem antever tendências e oportunidades e prevenir ameaças.

Por exemplo, no âmbito das mudanças do clima, e especificamente da biodiversidade, existe uma tendência global no sentindo de legislações e regulamentações mais rígidas dentro e fora das fronteiras nacionais. Também tem ocorrido repetidas tentativas para se eliminar "incentivos perversos", que são nocivos à biodiversidade, e para substituí-los por incentivos positivos que encorajem a sustentabilidade. Esses são apenas dois de muitos detalhes importantes encontrados nos documentos da CDB que inevitavelmente alterarão a forma com que negócios são feitos nos países e entre os países. A chave para a rentabilidade contínua, preferencialmente incrementada, estará em manter-se à frente destas tendências. 

English version

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A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade no Brasil (TEEB-Brasil): Análise de Lacunas
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Data:
19 de Agosto de 2015
IPEA, 2013. Desenvolvido em consonância com os princípios do The Economics of Ecosystems and Biodiversity (TEEB) internacional, o estudo intitulado A economia de ecossistemas e da biodiversidade no Brasil (TEEB Brasil): análise de lacunas tem o objetivo de promover um melhor entendimento do valor econômico da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos brasileiros, visando levá-los em consideração nos processos de tomada de decisão e incorporá-los de maneira mais apropriada nas políticas públicas nacionais. Esse é um objetivo a ser atendido no médio prazo, o que requer a sua execução em etapas.

Neste trabalho, apresentam-se os resultados de uma revisão bibliográfica de estudos que valoraram ou evidenciaram a importância dos serviços ecossistêmicos e da biodiversidade para a economia brasileira, publicados ao longo dos últimos dez anos. Para os estudos empíricos identificados, realiza-se uma análise contendo suas frequências nos biomas brasileiros, os serviços ecossistêmicos e setores econômicos abordados, além dos métodos utilizados nos exercícios de valoração.

Adicionalmente, são tratados os seguintes tópicos: i) estrutura institucional e política voltada para a conservação e gestão da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos no Brasil; ii) iniciativas não governamentais para a conservação do capital natural nacional; iii) capacidades técnicas atuais relacionadas à economia dos ecossistemas e da biodiversidade; e iv) disponibilidade de dados para alguns serviços ecossistêmicos (água, estoque e sequestro de carbono, provisão de produtos florestais madeireiros e não madeireiros). Por fim, analisam-se as lacunas para a realização das próximas fases da iniciativa TEEB-Brasil e se apresentam recomendações para superá-las.

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Treinamento: integração de serviços ecossistêmicos ao planejamento do desenvolvimento - Manual para treinadores
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5.10 MB
Data:
19 de Agosto de 2015
GIZ, 2015. Em consonância com os objetivos do TEEB Global, o projeto de inovação para o futuro “Biodiversidade e serviços dos ecossistemas” e o programa de “Implementação da Convenção da Diversidade Biológica” da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) trabalham conjuntamente promovendo um enfoque proativo para integrar a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos no marco da cooperação alemã para o desenvolvimento. O objetivo é apoiar o desenho e a implementação de uma carteira de serviços diversificada e orientada à demanda, que fomente a valoração e consideração da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos. 

O marco desta iniciativa foi criada a capacitação sobre a “Integração dos Serviços Ecossistêmicos (ISE) no Planejamento para o Desenvolvimento Sustentável: Um passo-a-passo para profissionais com base na iniciativa TEEB”, a fim de apoiar e implementar a racionalidade propagada pela iniciativa TEEB, de forma sistemática, na forma de um enfoque orientado à prática. É, por isso, uma capacitação direcionada para os técnicos e planejadores, dando orientações de como integrar serviços ecossistêmicos na concepção e revisão de planos de desenvolvimento, de planos setoriais e territoriais, de avaliações ambientais e climáticas, bem como de integrar serviços ecossistêmicos ao desenvolvimento de projetos e propostas.

Nesse contexto, foi desenvolvido também um “Manual de Treinadores”, com vistas a formar multiplicadores na metodologia TEEB/ISE. Esse manual inclui (i) Métodos de Treinamento Participativo (dicas e sugestões para treinamentos interativos); (ii) o detalhamento do Método Harvard (iii) a estrutura do treinamento; e (iv) informa­ções sobre como conduzir cada exercício.

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Treinamento: integração de serviços ecossistêmicos ao planejamento do desenvolvimento - Exercícios e resultados
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2.43 MB
Data:
19 de Agosto de 2015
GIZ, 2015. Em consonância com os objetivos do TEEB Global, o projeto de inovação para o futuro “Biodiversidade e serviços dos ecossistemas” e o programa de “Implementação da Convenção da Diversidade Biológica” da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) trabalham conjuntamente promovendo um enfoque proativo para integrar a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos no marco da cooperação alemã para o desenvolvimento. O objetivo é apoiar o desenho e a implementação de uma carteira de serviços diversificada e orientada à demanda, que fomente a valoração e consideração da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos. 

O marco desta iniciativa foi criada a capacitação sobre a “Integração dos Serviços Ecossistêmicos (ISE) no Planejamento para o Desenvolvimento Sustentável: Um passo-a-passo para profissionais com base na iniciativa TEEB”, a fim de apoiar e implementar a racionalidade propagada pela iniciativa TEEB, de forma sistemática, na forma de um enfoque orientado à prática. É, por isso, uma capacitação direcionada para os técnicos e planejadores, dando orientações de como integrar serviços ecossistêmicos na concepção e revisão de planos de desenvolvimento, de planos setoriais e territoriais, de avaliações ambientais e climáticas, bem como de integrar serviços ecossistêmicos ao desenvolvimento de projetos e propostas.

Nesse contexto, foi desenvolvido também um “Manual de Treinadores” e um documento complementar contendo o “Material de Treinamento: Exercícios e Resultados”, com vistas a formar multiplicadores na metodologia TEEB/ISE. O primeiro manual inclui (i) Métodos de Treinamento Participativo (dicas e sugestões para treinamentos interativos); (ii) o detalhamento do Método Harvard (iii) a estrutura do treinamento; e (iv) informa­ções sobre como conduzir cada exercício, enquanto o segundo apresenta todo o material necessário (fichas e apostilas) para os participantes do curso TEEB/ISE, de modo que trei­nadores/instrutores irão encontrar informações gerais sobre o treinamento e os casos fictícios, exercícios e possíveis resultados para cada passo.


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TEEB para o setor de negócios brasileiro – Relatório Final
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2.50 MB
Data:
19 de Agosto de 2015
CI, 2014. Este estudo, coordenado pela Conservação Internacional (CI-Brasil), recomenda que as empresas reconheçam e incorporem em seus processos decisórios o valor econômico da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos, assim como de seus impactos ambientais. Isto permitirá o desenvolvimento de modelos de negócios que sejam mais eficientes, responsáveis e sustentáveis em longo prazo. A valoração ambiental, ou do “capital natural”, também poderia ser usada mais amplamente pelos governos para desenvolver políticas para o alcance de um desenvolvimento sustentável. Este estudo fez uma comparação do valor ambiental das diferentes práticas agrícolas na produção de óleo de palma (dendê) e soja. Essa avaliação foi baseada em estudos-pilotos realizados em plantações no Brasil pelas empresas Natura Cosmeticos S.A. e Monsanto (produtos agrícolas).

No caso da Natura, o valor ambiental associado a um único cultivo, ou a monocultura do óleo de palma (azeite de dendê), foi comparado a sistemas agroflorestais, em que o cultivo fica integrado com árvores como adubo verde e cacau, e outras culturas, como o maracujá. Já na Monsanto, a monocultura da soja foi comparada com uma mistura de 80% de soja com 20% de floresta nativa do Cerrado. A metodologia utilizada para calcular o valor ambiental compreende a identificação e a quantificação dos impactos ambientais relevantes e dos serviços ecossistêmicos associados à produção de monocultura e à produção de sistemas agroflorestais. A avaliação baseou-se num misto de dados primários fornecidos pela Natura e pela Monsanto, e a estimativas geradas por um modelo econométrico de insumo-produto.

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Diretrizes para o engajamento do setor empresarial com a biodiversidade
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9.12 MB
Data:
01 de Dezembro de 2014
MMA, 2012. 164p. Diretrizes para o engajamento do setor empresarial com a biodiversidade: para a promoção de ações voluntárias por entidades empresariais visando a conservação e o uso sustentável da biodiversidade.
Versão original em japonês, publicada pelo Ministério do Meio Ambiente do Japão, no Departamento de Conservação da Natureza.

Em 2006, foi realizada no Brasil, em Curitiba, a 8ª Conferência das Partes (COP-8) da Convenção Sobre Diversidade Biológica (CDB), onde foi adotada pela primeira vez uma resolução a respeito da importância da participação dos empreendedores privados na questão da biodiversidade.
Assim, empreendedores de diversas áreas no Japão reuniram informações e ideias básicas necessárias para as ações de preservação e uso sustentável da biodiversidade, resultando no livro “Diretrizes para o engajamento do setor empresarial com a biodiversidade”.

Apesar de sua importância, o conceito de “biodiversidade” é abstrato. Assim, e considerando que a “conservação e o uso sustentável” da biodiversidade lidam com uma ampla gama de questões, as ações a serem adotadas pelos diferentes tipos de entidades empresariais, e suas relações com a biodiversidade, devem ser variadas, para atender às diversas atividades empresariais e suas escalas. Assim, essas diretrizes resumem as informações básicas e as abordagens para a conservação e o uso sustentável da biodiversidade aplicáveis à grande variedade de entidades empresariais para lidar com essas questões.

A publicação do documento “Diretrizes para o engajamento do setor empresarial com a biodiversidade” (versão em português) foi coordenada pelo Departamento de Conservação da Biodiversidade (DCBio), da Secretaria de Biodiversidade e Florestas (SBF), do Ministério do Meio Ambiente (MMA), com o apoio do Banco Mundial e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
Integração de Serviços Ecossistêmicos ao Planejamento do Desenvolvimento: Um passo-a-passo para profissionais com base na iniciativa “TEEB”
Tamamho do Arquivo:
2.53 MB
Data:
01 de Dezembro de 2014
2012, 92 p. Este manual sobre a Integração dos Serviços Ecossistêmicos ao Planejamento do Desenvolvimento tem como objetivo ajudar os planejadores do desenvolvimento a reconhecer as conexões entre natureza e desenvolvimento, a considerar os trade-offs associados aos planos de desenvolvimento, e a incorporar às suas estratégias de desenvolvimento as oportunidades e riscos associados aos serviços ecossistêmicos (SE).

A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (TEEB em sua sigla em inglês) é uma iniciativa internacional que visa chamar a atenção sobre os benefícios econômicos da biodiversidade e os crescentes custos para a sociedade de sua perda e degradação, assim como promover o uso de políticas e instrumentos econômicos que incorporem os serviços ecossistêmicos à tomada de decisão e ao planejamento. A iniciativa sugere que a manutenção e conservação dos ecossistemas requer: (i) que se reconheça que os ecossistemas e seus serviços têm valor; (ii) que se demonstrem estes valores à sociedade, e; (iii) que os valores sejam capturados e considerados na tomada de decisão.

O projeto de inovação para o futuro “Biodiversidade e serviços dos ecossistemas” e o programa de “Implementação da Convenção da Diversidade Biológica” da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) trabalham conjuntamente promovendo um enfoque proativo para integrar a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos no marco da cooperação alemã para o desenvolvimento. O objetivo é apoiar o desenho e a implementação de uma carteira de serviços diversificada e orientada à demanda, que fomente a valoração e consideração da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos.

No marco desta iniciativa foi criada a capacitação sobre a Integração dos Serviços Ecossistêmicos (ISE) no Planejamento para o Desenvolvimento Sustentável (capacitação TEEB/ISE) a fim de apoiar e implementar a racionalidade propagada pela iniciativa TEEB, de forma sistemática, na forma de um enfoque orientado à prática. É, por isso, uma capacitação direcionada para os técnicos e planejadores, dando orientações de como integrar serviços ecossistêmicos na concepção e revisão de planos de desenvolvimento, de planos setoriais e territoriais, de avaliações ambientais e climáticas, bem como de integrar serviços ecossistêmicos ao desenvolvimento de projetos e propostas. Este manual, que constitui a base dessa capacitação, defende uma abordagem passo a passo para a integração dos serviços ecossistêmicos ao planejamento do desenvolvimento. Isso ajuda a identificar os serviços prioritários para uma análise mais aprofundada e mostra como a integração pode ser alcançada na prática. Basicamente, o processo de avaliação irá: (a) demonstrar a dependência e os impactos dos objetivos e medidas de desenvolvimento sobre os serviços ecossistêmicos, (b) gerar informações sobre como reduzir os impactos negativos e / ou aumentar a oferta de serviços ecossistêmicos dos quais o plano de desenvolvimento depende ou aos quais afeta, e (c) oferecer opções concretas de como maximizar as relações positivas.

A publicação deste manual no Brasil constitui uma das atividades do Projeto “Conservação da biodiversidade por meio da integração de serviços ecossistêmicos em políticas públicas e na atuação empresarial – TEEB Regional-Local”. O Projeto é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e conta com a parceria da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o apoio técnico da GIZ.


                                                                                             VERSÃO IMPRESSA ESGOTADA
TEEB – A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade para Formuladores de Políticas Locais e Regionais
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6.01 MB
Data:
08 de Abril de 2014
2010. 258p. Este relatório procura enfatizar o enorme potencial que os benefícios da natureza podem proporcionar para garantir e melhorar o bem-estar humano. Ele fornece orientação, conselhos e inspiração para os formuladores de políticas locais que querem incluir esses benefícios nas suas políticas e, dessa forma, ajudar a criar um futuro sustentável para as comu­nidades locais. Toda atividade econômica, e a maior parte do bem­-estar humano, tem como premissa básica um meio ambiente saudável e em bom estado de conservação. No que tange o desenvolvimento local, considerar os serviços ecossistêmicos na formulação de políticas pode ajudar a reduzir os custos futuros do município, alavancar as economias locais, melhorar a qualidade de vida e garantir a subsistência.

Essa abordagem também ajuda a combater a pobreza, pois ela evidencia a distribuição dos recursos escassos e essenciais e também os serviços dos quais as pessoas dependem. Até hoje, os benefícios proporcionados pela natureza tiveram um papel menos importante na formulação de políticas. As políticas e os investimentos públicos ne­cessários para um meio ambiente saudável são, muitas vezes, considerados um luxo e não uma garantia de nossa sobrevivência. E qual o motivo para isso? Em grande parte, se deve ao fato de que muitos serviços ecossistêmicos não são visíveis e a sua disponibilidade permanente é falsamente presumida. Outro aspecto é que muitos dos benefícios da natureza são bens públicos – tal como a polinização – que pertencem a todos e, portanto, há pouco incentivo para agir em prol do ‘coletivo.’ Por fim, outras necessidades e objetivos podem parecer mais urgentes e desejáveis e as deci­sões são tomadas sem que se tenha conhecimento das consequências ambientais.
 
Este relatório deve ser tratado como um estímulo para a reflexão – um ponto de partida para a adoção de maneiras que façam com que o capital natural seja aproveitado ao máximo. Além dos exemplos dados nesse relatório, o www.teebweb.org armazena uma coleção de mais de 100 estudos de caso que ilus­tram o foco nos serviços ecossistêmicos em diversos contextos.
Relatório Interno - Iniciativa TEEB Brasil
Tamamho do Arquivo:
8.87 MB
Data:
17 de Abril de 2013
Histórico de Ações da Iniciativa TEEB Brasil

A Economia dos Ecossistemas e Biodiversidade (TEEB) é um estudo global, iniciado em 2007 pelo G8 e as cinco maiores economias em desenvolvimento, o qual busca “promover uma melhor compreensão do real valor econômico fornecido pelos serviços ecossistêmicos e disponibilizar ferramentas econômicas que levem tais valores em consideração”.

As tratativas formais para a elaboração do projeto TEEB Brasil ocorreram após a COP-10 de Nagoia, em 2010. Este documento é um relatório interno elaborado pela Secretaria de Biodiversidade e Florestas com objetivo de apresentar e socializar detalhes da evolução do projeto TEEB Brasil, que é uma iniciativa conjunta do Ministério do Meio Ambiente, o Ministério da Fazenda, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a Confederação nacional da Indústria e a Conservação Internacional do Brasil.

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                                                                                                    VERSÃO IMPRESSA ESGOTADA
TEEB: Relatório preliminar - Sumário Executivo 2012
Tamamho do Arquivo:
1.19 MB
Data:
14 de Fevereiro de 2013
Coordenação geral
Helena Pavese (coordenadora) – Conservação Internacional
Paula Ceotto – Conservação Internacional
Fernando Ribeiro – Conservação Internacional

Equipe técnica
PwC Brasil: Carlos Rossin (coordenador), Rogério Gollo

2012. 35p. O TEEB para o Setor de Negócios Brasileiro foi concebido a partir da iniciativa A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (TEEB, na sigla em inglês), idealizada pelo PNUMA para atrair a atenção internacional para os benefícios da biodiversidade, destacando em termos econômicos o custo crescente de sua perda e da degradação de ecossistemas.

De acordo com relatóro do TEEB Global, o mundo perde entre US$ 2,5 trilhões e US$ 4,5 trilhões por ano com a destruição de ecossistemas vitais. Esse cenário pode representar perdas incalculáveis para o setor de negócios.

O TEEB para o Setor de Negócios Brasileiro pretende ainda oferecer fácil acesso a ferramentas e informações para empresas para que elas possam aprimorar suas práticas em biodiversidade – partindo da perspectiva de manejo de riscos, identificação de oportunidades e avaliação de impactos, buscando promover mudanças na cultura corporativa das mesmas.

Esse sumário executivo é parte integrante do relatório TEEB para o setor de negócios brasileiro, um produto da primeira fase do projeto conduzido pela Conservação Internacional (CI-Brasil) em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e o Centro de Monitoramento da Conservação Mundial do PNUMA (UNEP-WCMC, da sigla em inglês). O projeto conta com o patrocínio das empresas Vale, Natura, Monsanto e Santander.

                                                                                                 VERSÃO IMPRESSA ESGOTADA 
TEEB: Sumário Executivo 2010
Tamamho do Arquivo:
1.36 MB
Data:
14 de Fevereiro de 2013
Coordenador: Joshua Bishop (União Internacional de Conservação da Natureza).23 p.

As empresas têm um enorme papel a desempenhar na forma como gerimos, protegemos e investimos em nosso capital natural. TEEB para o setor de negócios – Sumário Executivo fornece importantes evidências da crescente preocupação das empresas com a perda de biodiversidade, e oferece exemplos de como as empresas líderes estão tomando medidas para conservar a biodiversidade e restaurar ecossistemas.

Este relatório é destinado a uma grande variedade de empresas, incluindo aquelas com impactos diretos sobre os ecossistemas e a biodiversidade, tais como mineração, petróleo e gás e de infra-estrutura; as empresas que dependem de ecossistemas saudáveis e da biodiversidade para a produção, como a agricultura e as pescas; os setores da indústria que financiam o crescimento e a atividade econômica, como os bancos e gestores de ativos; e as empresas que estão vendendo serviços ecossistêmicos ou produtos relacionados a biodiversidade, tais como eco-turismo, eco-agricultura e carbono.

Esse relatório aponta os indicadores e causas da perda de biodiversidade e do declínio dos ecossistemas, e mostra como estes apresentam riscos e oportunidades para todos os negócios. A equipe internacional de autores, liderados por Joshua Bishop, apresenta uma gama de ferramentas práticas para gerenciar os riscos à biodiversidade nos negócios, e dão exemplos de como as empresas estão usando essas ferramentas para reduzir custos, proteger suas marcas e agregar valor ao negócio real.

Além disso, mostramos como as empresas podem alinhar suas ações em relação à biodiversidade e serviços ecossistêmicos com outras iniciativas de responsabilidade corporativa, incluindo o envolvimento da comunidade e de redução da pobreza.

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TEEB: Síntese
Tamamho do Arquivo:
1.27 MB
Data:
14 de Fevereiro de 2013
TEEB (2010) A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade: Integrando a Economia da Natureza. Uma síntese da abordagem, conclusões e recomendações do TEEB. 49 p. Autoria: Pavan Sukdev, Heidi Wittmet, Christoph Schröter-Schlaack e colaboradores.

Se você é novo para a Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade, o relatório síntese TEEB, “Integrando a Economia da Natureza: Uma síntese da abordagem, conclusões e recomendações do TEEB” é um ótimo lugar para começar a se familiarizar com esta nova abordagem para um futuro sustentável. Este relatório foi divulgado na 11ª reunião da Conferência das Partes da CDB, em Nagoia, em outubro de 2010 e apresenta três cenários: um ecossistema natural (florestas), um assentamento humano (cidade), e um setor de negócios (mineração), para ilustrar como os conceitos econômicos e ferramentas descritos no TEEB podem ajudar a fornecer meios para a sociedade com o objetivo de incorporar os valores da natureza na tomada de decisões em todos os níveis.

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TEEB: Um relatório preliminar
Tamamho do Arquivo:
2.02 MB
Data:
14 de Fevereiro de 2013
2008. 70p. Coordenador: Pavan Sukdev.

A Natureza nos fornece uma grande variedade de benefícios tais como alimento, fibras naturais, água potável, solo fértil, sequestro de carbono e muitos outros. Apesar de o nosso bem-estar estar diretamente vinculado ao fluxo contínuo destes “serviços ecossistêmicos”, eles são, de forma geral, bens públicos não-negociados e, portanto, não são registrados pela nossa bússola econômica atual.

Como resultado, a biodiversidade está se reduzindo, nossos ecossistemas estão sendo continuamente degradados e nós, consequentemente, estamos sofrendo.

Inspirados nas ideias desenvolvidas pela Avaliação Ecossistêmica do Milênio, nossa iniciativa, a economia Ecossistêmica e da Biodiversidade (TEEB), visa promover uma melhor compreensão do real valor econômico fornecido pelos serviços ecossistêmicos e disponibilizar ferramentas econômicas que levem tais valores em consideração. Estamos certos de que os resultados do nosso trabalho terão um impacto positivo na elaboração de políticas mais eficazes para a proteção da biodiversidade e para o alcance dos objetivos descritos na Convenção sobre a Diversidade Biológica.

O TEEB será desenvolvido em duas fases, sendo que o presente relatório apresenta um resumo dos resultados obtidos na Fase I. Ele descreve o grande significado dos ecossistemas e da biodiversidade e discorre acerca das ameaças ao bem-estar da humanidade se nenhuma ação for tomada para reverter os danos e perdas atuais. A Fase II irá além para demonstrar como utilizar tal conhecimento para desenvolver ferramentas e políticas ideais.


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