
Relatório Interno - Iniciativa TEEB Brasil
Histórico de Ações da Iniciativa TEEB Brasil
A Economia dos Ecossistemas e Biodiversidade (TEEB) é um estudo global, iniciado em 2007 pelo G8 e as cinco maiores economias em desenvolvimento, o qual busca “promover uma melhor compreensão do real valor econômico fornecido pelos serviços ecossistêmicos e disponibilizar ferramentas econômicas que levem tais valores em consideração”.
As tratativas formais para a elaboração do projeto TEEB Brasil ocorreram após a COP-10 de Nagoia, em 2010. Este documento é um relatório interno elaborado pela Secretaria de Biodiversidade e Florestas com objetivo de apresentar e socializar detalhes da evolução do projeto TEEB Brasil, que é uma iniciativa conjunta do Ministério do Meio Ambiente, o Ministério da Fazenda, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a Confederação nacional da Indústria e a Conservação Internacional do Brasil.

Relatório Interno - Iniciativa TEEB Brasil
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TEEB: Relatório preliminar - Sumário Executivo 2012
Coordenação geral
Helena Pavese (coordenadora) – Conservação Internacional
Paula Ceotto – Conservação Internacional
Fernando Ribeiro – Conservação Internacional
Equipe técnica
PwC Brasil: Carlos Rossin (coordenador), Rogério Gollo
2012. 35p. O TEEB para o Setor de Negócios Brasileiro foi concebido a partir da iniciativa A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (TEEB, na sigla em inglês), idealizada pelo PNUMA para atrair a atenção internacional para os benefícios da biodiversidade, destacando em termos econômicos o custo crescente de sua perda e da degradação de ecossistemas.
De acordo com relatóro do TEEB Global, o mundo perde entre US$ 2,5 trilhões e US$ 4,5 trilhões por ano com a destruição de ecossistemas vitais. Esse cenário pode representar perdas incalculáveis para o setor de negócios.
O TEEB para o Setor de Negócios Brasileiro pretende ainda oferecer fácil acesso a ferramentas e informações para empresas para que elas possam aprimorar suas práticas em biodiversidade – partindo da perspectiva de manejo de riscos, identificação de oportunidades e avaliação de impactos, buscando promover mudanças na cultura corporativa das mesmas.
Esse sumário executivo é parte integrante do relatório TEEB para o setor de negócios brasileiro, um produto da primeira fase do projeto conduzido pela Conservação Internacional (CI-Brasil) em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e o Centro de Monitoramento da Conservação Mundial do PNUMA (UNEP-WCMC, da sigla em inglês). O projeto conta com o patrocínio das empresas Vale, Natura, Monsanto e Santander.

TEEB: Sumário Executivo 2010
Coordenador: Joshua Bishop (União Internacional de Conservação da Natureza).23 p.
As empresas têm um enorme papel a desempenhar na forma como gerimos, protegemos e investimos em nosso capital natural. TEEB para o setor de negócios – Sumário Executivo fornece importantes evidências da crescente preocupação das empresas com a perda de biodiversidade, e oferece exemplos de como as empresas líderes estão tomando medidas para conservar a biodiversidade e restaurar ecossistemas.
Este relatório é destinado a uma grande variedade de empresas, incluindo aquelas com impactos diretos sobre os ecossistemas e a biodiversidade, tais como mineração, petróleo e gás e de infra-estrutura; as empresas que dependem de ecossistemas saudáveis e da biodiversidade para a produção, como a agricultura e as pescas; os setores da indústria que financiam o crescimento e a atividade econômica, como os bancos e gestores de ativos; e as empresas que estão vendendo serviços ecossistêmicos ou produtos relacionados a biodiversidade, tais como eco-turismo, eco-agricultura e carbono.
Esse relatório aponta os indicadores e causas da perda de biodiversidade e do declínio dos ecossistemas, e mostra como estes apresentam riscos e oportunidades para todos os negócios. A equipe internacional de autores, liderados por Joshua Bishop, apresenta uma gama de ferramentas práticas para gerenciar os riscos à biodiversidade nos negócios, e dão exemplos de como as empresas estão usando essas ferramentas para reduzir custos, proteger suas marcas e agregar valor ao negócio real.
Além disso, mostramos como as empresas podem alinhar suas ações em relação à biodiversidade e serviços ecossistêmicos com outras iniciativas de responsabilidade corporativa, incluindo o envolvimento da comunidade e de redução da pobreza.
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TEEB: Síntese
TEEB (2010) A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade: Integrando a Economia da Natureza. Uma síntese da abordagem, conclusões e recomendações do TEEB. 49 p. Autoria: Pavan Sukdev, Heidi Wittmet, Christoph Schröter-Schlaack e colaboradores.
Se você é novo para a Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade, o relatório síntese TEEB, “Integrando a Economia da Natureza: Uma síntese da abordagem, conclusões e recomendações do TEEB” é um ótimo lugar para começar a se familiarizar com esta nova abordagem para um futuro sustentável. Este relatório foi divulgado na 11ª reunião da Conferência das Partes da CDB, em Nagoia, em outubro de 2010 e apresenta três cenários: um ecossistema natural (florestas), um assentamento humano (cidade), e um setor de negócios (mineração), para ilustrar como os conceitos econômicos e ferramentas descritos no TEEB podem ajudar a fornecer meios para a sociedade com o objetivo de incorporar os valores da natureza na tomada de decisões em todos os níveis.
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TEEB: Um relatório preliminar
2008. 70p. Coordenador: Pavan Sukdev.
A Natureza nos fornece uma grande variedade de benefícios tais como alimento, fibras naturais, água potável, solo fértil, sequestro de carbono e muitos outros. Apesar de o nosso bem-estar estar diretamente vinculado ao fluxo contínuo destes “serviços ecossistêmicos”, eles são, de forma geral, bens públicos não-negociados e, portanto, não são registrados pela nossa bússola econômica atual.
Como resultado, a biodiversidade está se reduzindo, nossos ecossistemas estão sendo continuamente degradados e nós, consequentemente, estamos sofrendo.
Inspirados nas ideias desenvolvidas pela Avaliação Ecossistêmica do Milênio, nossa iniciativa, a economia Ecossistêmica e da Biodiversidade (TEEB), visa promover uma melhor compreensão do real valor econômico fornecido pelos serviços ecossistêmicos e disponibilizar ferramentas econômicas que levem tais valores em consideração. Estamos certos de que os resultados do nosso trabalho terão um impacto positivo na elaboração de políticas mais eficazes para a proteção da biodiversidade e para o alcance dos objetivos descritos na Convenção sobre a Diversidade Biológica.
O TEEB será desenvolvido em duas fases, sendo que o presente relatório apresenta um resumo dos resultados obtidos na Fase I. Ele descreve o grande significado dos ecossistemas e da biodiversidade e discorre acerca das ameaças ao bem-estar da humanidade se nenhuma ação for tomada para reverter os danos e perdas atuais. A Fase II irá além para demonstrar como utilizar tal conhecimento para desenvolver ferramentas e políticas ideais.

Manual de Gestão da Biodiversidade pelas Empresas - Guia prático de implementação
2010. 1° ed. Tradução: 2011. 64 p.
O "Manual de Gestão da Biodiversidade pelas Empresas - Guia prático de implementação", publicação do Ministério Federal do Meio Ambiente, Preservação na Natureza e Segurança Nuclear (BMU) da Alemanha, apresenta, de forma prática, as iniciativas de gestão da biodiversidade implementadas pelo Governo Alemão ao setor privado.
O manual, além de conscientizar a comunidade empresarial da importância da biodiversidade, apoia os esforços para integrar os aspectos da gestão da biodiversidade às atividades das empresas, revelando como o desenvolvolvimento dos campos de ação específicos com o sucesso nos negócios podem ser sustentados e reforçados por meio da implementação de um sistema profissional de gestão da biodiversidade.
