O que é o CONAMA
    Quem é quem                   (+)
    Resoluções e outros atos
    Legislação ambiental
    Procedimentos e Formulários
    Reuniões plenárias
    CIPAM
    Câmaras técnicas e GTs
    Câmara Especial Recursal
    Processos                        (+)
    Calendário de reuniões
    Eventos especiais
    CNEA
    Como navegar no sítio
   
    Responsável pelo conteúdo: conama@mma.gov.br

Boletins quinzenais

 
 
Nova frota geraria créditos

Renda com redução de emissões poderia ser usada em projetos de microrregulação climática

Coma hipótese de um projeto de frota limpa e a subsequente redução drástica da emissão de CO2 (como no quadro ao lado), São Paulo poderia lucrar com crédito de carbono, um certificado emitido quando há diminuição da emissão de gases que provocam o efeito estufa e o Aquecimento Global. Um crédito equivale a uma tonelada de CO2 que deixou de ser produzida. A quantidade permitida de emissão de gases poluentes e as leis que regem esse sistema de créditos foram definidas no Protocolo de Kyoto, assinado no Japão em 1997. Com os cerca de R$ 17 milhões (veja cálculo no quadro) anuais de crédito de carbono, perguntamos para a prefeitura e ONGs o que poderia ser feito para melhorar a condição ambiental da cidade. Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental(Proam), Alberto Bocuhy, é preciso investir na manutenção de mananciais e áreas verdes. “O padrão usado para medir a qualidade do ar em São Paulo usa os parâmetros de 1989 da Organização Mundial da Saúde”, diz. No resto do mundo, os padrões são 50% mais restritos. “Por ano, 4 mil pessoas morrem na capital paulista por complicações decorrentes daPoluição atmosférica.”

ESTUDO DE EMISSÕES
As Emissões por veículos automotores no País são regulamentadas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), que desde 1970 realiza estudos sobre a qualidade do ar. No final daquela década, criou o Programa de Controle de Emissão dos Poluentes e Resultados. Em 2009, surgiu o relatório de Emissões Veiculares, feito desde 2009, que utiliza informações fornecidas por diversos órgãos. Entre os dados apontados pelo levantamento, chama a atenção o fato que, mesmo com a modernização da frota, asEmissões não estão caindo. “Isso ocorre porque o número de carros também está crescendo”, afirma o engenheiro da Cetesb, Marcelo Pereira.

CRÉDITO SUSTENTÁVEL
Ï Com uma possível substituição da frota, a cidade de São Paulo poderia gerar verba com a venda de carbono

Veículo: O Estado de São Paulo
Data: 19/03/2014
Tema: Poluição
 


Voltar