O que é o CONAMA
    Quem é quem                   (+)
    Resoluções e outros atos
    Legislação ambiental
    Procedimentos e Formulários
    Reuniões plenárias
    CIPAM
    Câmaras técnicas e GTs
    Câmara Especial Recursal
    Processos                        (+)
    Calendário de reuniões
    Eventos especiais
    CNEA
    Como navegar no sítio
   
    Responsável pelo conteúdo: conama@mma.gov.br

Boletins quinzenais

 
 
Laboratório de produtos florestais abre exposição
 
Para comemorar 40 anos do LPF, ministra do Meio Ambiente, participou hoje da inauguração da exposição com produtos e tecnologias desenvolvidos pelo laboratório

Brasília – Ao lado do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Laboratório de Produtos Florestais (LPF) do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) é um dos principais centros de estudo de madeiras tropicais do país.

Para comemorar os 40 anos do LPF, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, participou hoje (30) da inauguração da exposição com produtos e tecnologias desenvolvidos pelo laboratório, além de móveis ecológicos feitos por artistas convidados.

“É um laboratório estratégico para pesquisa e inovação tecnológica em madeira tropical. Desenvolve conhecimento sobre as espécies florestais nativas do Brasil, não só para sua proteção como para uso comercial”, disse a ministra.

Com base no conhecimento científico gerado no laboratório, ressaltou Izabella, podem ser identificadas espécies menos conhecidas que podem ser usadas na indústria moveleira, por exemplo, permitindo que se reduza a pressão sobre espécies nativas tradicionais, como o ipê, a cerejeira e o mogno.

Izabella também ressaltou a importância da capacitação de agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (IBAMA) por técnicos do LPF para identificação de espécies cujo corte é proibido ou controlado, que é fundamental para a fiscalização ambiental.

Além disso, explicou a ministra, o trabalho do laboratório é essencial para desenvolvimento do Manejo Florestal das concessões florestais e para recuperação das áreas degradadas prevista pelo Código Florestal. “Também estamos fazendo o inventário nacional de Florestas.

O conhecimento do LPF será muito importante para todas essas ações e desempenhará papel estratégico daqui para a frente.”

A ministra deu prazo de 60 dias para que os servidores do LPF entreguem um plano de reestruturação e modernização institucional. “O desafio é trabalhar a pesquisa não só para o sistema ambiental, mas para a sociedade brasileira.

Pedi que me entregassem nova proposta institucional de como vão funcionar nos próximos anos”, disse ela durante o evento.

Segundo o chefe do LPF, Paulo José Prudente de Fontes, o laboratório tem quase 300 espécies estudadas da Amazônia e uma xiloteca (coleção de madeiras) com mais de mil espécies.

Além dos usos para o setor moveleiro, os técnicos do LPF pesquisam inovações para a construção civil, como casas populares em madeira para as regiões Norte e Nordeste.
 
PORTAL EXAME 
01/10/2013
IZABELLA TEIXEIRA  


Voltar