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Tecnologia é fundamental para a mitigação das mudanças climáticas Destaque

Paulo de Araújo/MMA Elizabeth de Carvalhaes: CAR é fundamental Elizabeth de Carvalhaes: CAR é fundamental
Seminário discute transição para uma economia de baixo carbono

LUCAS TOLENTINO

Estratégias de incentivo à ciência e à tecnologia devem ser adotadas para a mitigação e a adaptação às mudanças climáticas. O posicionamento foi defendido por representantes do governo federal, de instituições de ensino e da iniciativa privada no debate "Produção e proteção: os desafios da transição para uma produção agropecuária sustentável e uma economia de baixo carbono no Brasil". Realizado nesta terça-feira (03/06) no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o evento integra a programação da Semana do Meio Ambiente, comemorada até a próxima sexta-feira (06/06).

A redução de gases de efeito estufa aliada ao desenvolvido econômico está entre as prioridades do governo federal. De acordo com o secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Carlos Klink, a tecnologia está no centro da agenda ambiental. "A inovação é um dos carros-chefes da Política Nacional de Mudança do Clima", afirmou.

CAR

A importância do Cadastro Ambiental Rural (CAR), implantado pela nova Lei Florestal, no âmbito econômico, social e ambiental foi destacada pelos debatedores. Para a presidente da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), Elizabeth de Carvalhaes, a recuperação da vegetação é essencial para o desenvolvimento sustentável do país. "O CAR é tudo que a gente precisa para ampliar a base florestal, incluir o pequeno produtor", avaliou.

O desenvolvimento de uma economia de baixo carbono precisa levar em consideração os variados envolvidos no processo. "Qualquer ação feita em um setor se comunica com outro, daí a importância de cobranças na economia como um todo", afirmou Roberto Smeraldi, diretor da ONG Amigos da Terra.

O pesquisador da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio) e diretor da Climate Policy Initiative (CPI), Juliano Assunção, avaliou que há políticas ambientais suficientes em curso no país. "É necessário atender melhor às barreiras socioeconômicas encontradas pelo caminho", ponderou. "O que não está bem colocado para alguns setores, como a agricultura, é o debate de previsões a longo prazo", acrescentou André Nassar, diretor do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (ÍCONE).






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