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Quinta, 12 Abril 2018 19:00

ZEE do São Francisco recebe contribuições

Salomar Mafaldo/ SRHQ/ MMA
Diálogo em Maceió: diretrizes

Após quatro encontros presenciais, discussão da proposta de zoneamento ecológico-econômico da bacia continua aberta por meio digital.


Brasília (12/04/2018) – Representantes dos governos federal, estaduais, municipais, setores produtivos, povos e comunidades tradicionais e instituições da sociedade civil participaram, nesta quinta-feira, em Maceió (AL), do último de quatro encontros para o processo de construção participativa do Macrozoneamento Ecológico-Econômico (MacroZEE) da Bacia Hidrográfica do São Francisco. Os diálogos anteriores foram em Belo Horizonte (MG), Barreiras (BA) e Petrolina (PE).

O secretário de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do MMA, Jair Tannús Júnior, explicou que a ideia dos encontros foi construir uma proposta de gestão para a bacia, a ser realizada por participantes pré-selecionados no âmbito do processo. Além dos encontros presenciais, o Ministério do Meio Ambiente recebe sugestões por meio de hotsite específico.

O Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) é um instrumento de planejamento territorial que tem como finalidade o desenvolvimento sustentável, compatibilizando o crescimento socioeconômico com a conservação dos ecossistemas. Na região hidrográfica do rio São Francisco, compreende toda a área da bacia, que ocupa 8% do território nacional, abrange seis unidades federativas e o Distrito Federal.

DIRETRIZES

O coordenador-geral de Gestão Ambiental Territorial e Urbano do MMA, Salomar Mafaldo, destacou que as discussões presenciais contribuíram para a definição de zonas e diretrizes de ações adotadas, "visando garantir o uso sustentável nos recursos naturais a médio e longo prazos para a Bacia Hidrográfica do São Francisco".

O analista ambiental Felipe Barbosa, também do ministério, explicou que os principais pontos discutidos entre os participantes perpassaram assuntos relacionados à mineração, produção agropecuária, conservação e preservação do ambiente, questões sociais e, especialmente, pertinentes aos povos indígenas e comunidades tradicionais da bacia. "O que caracteriza um processo de construção de planejamento territorial descentralizado", enfatizou. "Essa discussão temática, que envolve diversos setores da sociedade, é o que fortalece o instrumento e garante sua implementação, efetivando a premissa do planejamento territorial".

 

 

SERVIÇO

Acesse aqui para contribuições públicas

 

Por: Rachel Bardawil/ Ascom MMA


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