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Software Livre

Os softwares livres vêm se firmando como alternativas em relação aos softwares comerciais em várias áreas de aplicação. O Governo brasileiro incentiva o uso desses softwares tendo definido as seguintes diretrizes para implantação:

01) Priorizar soluções, programas e serviços baseados em software livre que promovam a otimização de recursos e investimentos em tecnologia da informação.

02) Priorizar a plataforma Web no desenvolvimento de sistemas e interfaces de usuários.

03) Adotar padrões abertos no desenvolvimento de tecnologia da informação e comunicação e o desenvolvimento multiplataforma de serviços e aplicativos.

04) Popularizar o uso do software livre.

05) Ampliar a malha de serviços prestados ao cidadão através de software livre.

06) Garantir ao cidadão o direito de acesso aos serviços públicos sem obrigá-lo a usar plataformas específicas.

07) Utilizar o software livre como base dos programas de inclusão digital.

08) Garantir a auditabilidade plena e a segurança dos sistemas, respeitando-se a legislação de sigilo e segurança.

09) Buscar a interoperabilidade com os sistemas legados.

10) Restringir o crescimento do legado baseado em tecnologia proprietária.

11) Realizar a migração gradativa dos sistemas proprietários.

12) Priorizar a aquisição de hardware compatível às plataformas livres.

13) Garantir a livre distribuição dos sistemas em software livre de forma colaborativa e voluntária.

14) Fortalecer e compartilhar as ações existentes de software livre dentro e fora do governo.

15) Incentivar e fomentar o mercado nacional a adotar novos modelos de negócios em tecnologia da informação e comunicação baseadas em software livres.

16) Promover as condições para a mudança da cultura organizacional para adoção do software livre.

17) Promover capacitação/formação de servidores públicos para utilização de software livre.

18) Formular uma política nacional para o software livre.

O MMA tem aos poucos aderido a essas diretrizes, procurando difundir o uso de softwares livres entre seus usuários e na área de infraestrutura de informática. Além do uso de tecnologias voltadas para interoperabilidade, destaca-se os esforços para a substituição dos softwares fechados pelos softwares livres. Nesse sentido, podemos elencar:

Sistemas operacionais

  • Linux - empregado nos servidores e em computadores pessoais. Corresponde a uma alternativa ao Windows, estando em funcionamento em todos os servidores da CGTI (Coordenação Geral de Tecnologia da Informação).


Aplicativos de escritório

  • OpenOffice - software voltado para edição de textos, planilhas eletrônicas, edição de páginas HTML, etc. Alternativa ao Microsoft Office, tem sido instalado nos computadores pessoais. A migração para aplicações desse tipo é uma das mais difíceis de ser implementada, uma vez que é grande o número de usuários que precisam de treinamento e suporte para manter o mesmo nível de utilização dos softwares anteriores. A CGTI tem buscado apoio e investido nessa área, procurando minimizar os impactos da migração.


Servidor WEB

  • Apache - esse software é utilizado para Intranet e Internet, possibilitando a implantação de serviços para Internet e Intranet.


Linguagem de programação

  • PHP - utilizado como linguagem de programação para Web. O PHP é uma poderosa linguagem para o desenvolvimento de aplicativos tendo como base de funcionamento a própria Intranet/internet. Seu uso torna desnecessário o desenvolvimento de programas específicos para os clientes dos serviços implementados pela CGTI, diminuindo-se de forma significativa os custos de implementação e manutenção dos sistemas existentes.


Geoprocessamento

  • Mapserver - esse software possibilita o desenvolvimento de aplicações para geoprocessamento em ambiente Web. A CGTI utiliza esse software no mapa interativo desenvolvido totalmente com softwares livres.


Computadores pessoais

  • a CGTI tem incentivado o uso de softwares livres na área de geoprocessamento, procurando avaliar e divulgar as alternativas existentes. Nesse sentido, foi feita uma análise dos vários softwares existentes procurando-se avaliar suas potencialidades.
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