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Projetos

O MMA desenvolve uma série de projetos no âmbito da temática de adaptação à mudança do clima, de forma colaborativa com parceiros da sociedade civil, comunidade científica, setor privado e entes federados. Nesta página você pode encontrar mais informações sobre eles.

Portfólio de Projetos

Sobre


Este portfólio resume os resultados do conjunto de projetos e parcerias quem vem sendo desenvolvidas pela Gerencia de Adaptação à Mudança do Clima da SMCF. Destacam-se os projetos com resultados voltados à análise do impacto e da vulnerabilidade do território brasileiro às mudanças climáticas.



Aprimoramento dos Serviços Climáticos para Investimentos em Infraestrutura (Enhancing Climate Services for Infrastructure Investments - CSI)

Sobre


CSITodos os anos grandes quantias de recursos são investidos em projetos de infraestrutura. No entanto, verifica-se que o potencial risco associado à mudança do clima tem sido pouco considerado no planejamento de investimentos em infraestrutura. Embora as incertezas associadas aos cenários de mudança do clima ainda sejam consideráveis, as informações e métodos disponíveis já podem auxiliar na tomada de decisão. Entender as necessidades do tomador de decisão é passo primordial. O desenvolvimento de informações e produtos climáticos orientados ao usuário, também conhecido como Serviços Climáticos, é crucial para o gerenciamento de risco climático. Embora a capacidade técnica dos provedores de informações climáticas no Brasil seja inquestionável, ainda existem oportunidades para aprimorar a interface com os usuários.

Dentro deste contexto, o Projeto CSI, desenvolvido com a cooperação alemã através da GIZ tem como objetivo aumentar a utilização dos serviços climáticos nacionais no planejamento e na avaliação dos riscos climáticos dos investimentos em infraestrutura no país, e para isso tem como parceiro o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).



Vulnerabilidade à Mudança do Clima

Sobre


logo projeto
O projeto Vulnerabilidade à Mudança do Clima é uma parceria entre o Ministério do Meio Ambiente e a Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção à Saúde (VPAAPS) da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ/Ministério da Saúde), financiada pelo Fundo Clima. O objetivo é desenvolver e aplicar uma metodologia para análise da vulnerabilidade da população aos impactos da mudança do clima, em escala municipal.  

Entre os produtos desenvolvidos pelo projeto, destacam-se a metodologia desenvolvida,  representada pelo Índice Municipal de Vulnerabilidade – IMV, um software e uma plataforma, intitulados SisVuClima, que permitem o cálculo automático dos índices.  O Índice foi aplicado ao longo dos anos de 2016 e 2017 aos municípios de seis estados brasileiros: Paraná, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Maranhão e Amazonas.

O sistema pode ser consultado aqui. Os indicadores utilizados no índice estão sintetizados no seguinte diagrama.


O sistema prevê três níveis de acesso. O primeiro nível não exige cadastro e possibilita gerar e visualizar índices e fazer o download dos resultados. O segundo e terceiro nível de acesso possibilitam, respectivamente atualizar os dados e editar o software, e necessitarão de cadastro.  O plano de trabalho de gerenciamento do software está em elaboração, e proverá orientações para o processo de cadastramento de perfis que podem atualizar dados  e fazer o download do software, procedendo alterações no mesmo para usos específicos, mediante mecanismos de gestão que garantam seu uso para fins de pesquisa e ou em órgãos públicos.

Neste sistema é possível acessar os indicadores de vulnerabilidade com base na metodologia desenvolvida adaptada do IPCC (2007). Uma descrição detalhada da metodologia pode ser acessada no Sumário Metodológico. O sistema possibilita acesso aos indicadores de exposição, sensibilidade, capacidade adaptativa e de vulnerabilidade atual e futura. Estas informações também podem ser encontradas em formatos espaciais e gráficos, e caso seja de interesse do usuário é possível proceder ao seu download .

Este projeto foi iniciado em outubro de 2014 e sua conclusão está prevista para julho de 2018.

AdaptaClima - Plataforma de Conhecimento em Adaptação à Mudança do Clima

Sobre

Adaptaclima logoA AdaptaClima é uma plataforma de conhecimento em adaptação à mudança do clima que sistematiza e disponibiliza, de forma colaborativa, informações e materiais sobre adaptação, e conecta provedores e usuários de conhecimento nesta agenda.

Lançada em dezembro de 2017, a AdaptaClima contribui para o alcance do 1º objetivo do Plano Nacional de Adaptação (PNA) que prevê entre suas metas uma “plataforma online de gestão do conhecimento em adaptação criada e disponível à sociedade”A plataforma é de coordenação e gestão do Ministério do Meio Ambiente com o apoio técnico de parceiros mobilizadores, parceiros de conteúdo e de um Conselho Consultivo, instâncias que congregam organizações de diferentes setores envolvidas na agenda de adaptação.


O desenvolvimento da AdaptaClima se deu a partir de um processo colaborativo de dois anos que envolveu mais de 65 organizações no Brasil e no Reino Unido e foi coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, implementado pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV-CES) em parceria com o Instituto Internacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento (IIED) e apoiado do Conselho Britânico.

Para saber mais, acesse aqui.




Vulnerabilidade dos Municípios Brasileiros à Seca e Estiagem no Contexto da Mudança do Clima

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Capa EstudosSecas v4-001Estudo coordenado pelo MMA em parceria com o WWF e o Ministério da Integração Nacional para análise multidimensional da vulnerabilidade dos muniípios brasileiros à seca e estiagem no contexto da mudança do clima, considerando o período de 2011-2040. Tal estudo é baseado na elaboração de um índice composto para o território brasileiro, agregando variáveis climáticas, socioeconômicas e físico-ambientais.

Os objetivos principais do estudo são:

• Disponibilizar informações à sociedade e ao governo sobre cenários futuros da mudança do clima e seus potenciais impactos sobre as secas no país;

• Produzir informações que contribuam para orientar a elaboração e revisão de políticas públicas e iniciativas relacionadas e/ou influenciadas pelo tema. 



Impactos da Mudança do Clima sobre a Biodiversidade no Brasil

Sobre

A série de estudos que fazem parte do Componente: Impactos da Mudança do Clima sobre a Biodiversidade no Brasil, foram financiadas pelo projeto BRA/11/001, da Secretaria de Biodiversidade (SBio/MMA), e representa um esforço compartilhado entre as Secretarias de Biodiversidade (SBio) e Mudança do Clima e Florestas (SMCF), para avançar na sistematização do conhecimento existente sobre impacto da Mudança do Clima e a Biodiversidade no Brasil.Tais estudos foram desenvolvidos entre setembro de 2014 e maio de 2016. Estes estudos tiveram coordenação técnica das gerências e equipes das Secretarias de Biodiversidade (SBIO) e de Mudança do Clima e Florestas (SMCF), representados respectivamente pelos diretores à epoca: Karen Silverwood Cope e Carlos Scaramuzza, e analistas ambientais: Mariana Egler, Adriana Brito, Jennifer Wiezzer e João Arthur Soccal Seyffarth. Este trabalho foi desenvolvido como parte das atividades para a estratégia de Biodiversidade e Ecossistemas do Plano Nacional de Adaptação.


IPACC II - Gestão de risco climático e investimento público

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logo IPACC
O Projeto IPACC II – Investimento Público e Adaptação à Mudança do Clima na América Latina – é resultado de uma cooperação entre Peru, Brasil e Colômbia. Com período de execução de maio de 2015 a junho de 2019, o Projeto tem valor previsto de ‎€5 milhões, financiado pelo BMUB da Alemanha e ofertado pela GIZ, responsável pela execução financeira.

O objetivo principal do Projeto é fomentar, no âmbito das instâncias técnicas e políticas dos Ministérios da Economia, Fazenda e Planejamento no Brasil, Colômbia e Peru, a consideração do risco associado à mudança do clima e opções de adaptação nos processos de planejamento e tomada de decisão para investimentos públicos.



Economy-Wide Adaptation to Climate Change

Sobre

arte economy wide

O projeto é uma parceria entre MMA, FGV-GVCES, Embaixada Britânica e UKCIP (UK Climate Impacts Programme) para a atualização de ferramenta para o setor privado e elaboração de ferramenta para organizações da sociedade civil (ONGs), desenvolvidas para elaboração de estratégias de adaptação à mudança do clima. Participaram do desenvolvimento do projeto organizações membro da EPC (Empresas pelo Clima) e do Observatório do Clima. O objetivo é estabelecer processos para promover a avaliação da vulnerabilidade nas organizações do setor privado e nos projetos e programas das organizações da sociedade civil, bem como ajudar a identificar opções de como lidar com os riscos climáticos e de como desenvolver e implementar uma estratégia de adaptação à mudança do clima.

No dia 10 de setembro de 2015 foram lançados os produtos do trabalho desenvolvido com o setor privado: o Ciclo para elaboração de agendas empresariais de adaptação às mudanças do clima, a ferramenta para implementação desse ciclo e um toolkit de apoio ao engajamento.

No dia 29 de fevereiro de 2016 foram lançados os produtos do trabalho desenvolvido com as organizações da sociedade civil: Ciclo para elaboração de estratégias de adaptação para as ONGs, Ferramenta de suporte para elaboração de estratégias de adaptação para ONGs e o Jogo do Clima: como a mudança do clima pode afetar as ONGs?

 

 

Biodiversidade e Mudanças Climáticas na Mata Atlântica

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Logomarca Projeto Mata Atlantica
O projeto é uma realização do governo federal, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). Conta com o apoio técnico da Deutsche Gesellschaft fur Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH e o apoio financeiro do KfW Banco de Fomento Alemão.

O objetivo do projeto é promover a incorporação da lente climática em planos de conservação e restauração florestal nas regiões de mosaicos de unidade de conservação selecionados na Mata Atlântica, a fim de contribuir para a mitigação e adaptação à mudança climática.
Entre as atividades desenvolvidas destacam-se o estudo elaborado de diagnóstico dos impactos potenciais da mudança do clima sobre o bioma Mata Atlântica, e capacitações na temática de Adaptação baseada em Ecossistemas (AbE).

A incorporação do risco climático na elaboração do Plano Diretor de Duque de Caxias e do Plano de manejo da APA de Cananeia-Iguape e Peruibe.

Para assistir um vídeo informativo sobre AbE clique aqui ou aqui.


 

Base de Fatos de Conhecimento sobre Adaptação à Mudança do Clima

Sobre


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Elaboração de estudos contemplando uma busca e sistematização do conhecimento existente sobre adaptação à mudança do clima. O objetivo é fornecer subsídios técnicos iniciais para o desenvolvimento de uma estratégia de adaptação à mudança do clima e aos seus efeitos, apresentando recomendações ao governo brasileiro a respeito de ações de adaptação capazes de contribuir para esta estratégia.
Esse projeto foi finalizado em 2015.

 

Diálogos Setoriais União Européia-Brasil

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logo dialogos setoriaisO Projeto de Apoio aos Diálogos Setoriais Brasil-União Europeia aprovou para a sua sétima convocatória uma ação para o conhecimento de Opções Metodológicas para a Análise da Vulnerabilidade. O objetivo é conhecer e disseminar diferentes metodologias e abordagens para identificação da vulnerabilidade às mudanças climáticas contribuindo, assim, para a elaboração de estratégia nacional de enfrentamento do tema.

No âmbito do projeto foi realizado o Seminário “Opções Metodológicas para identificação da Vulnerabilidade às Mudanças Climáticas no Brasil e na União Europeia”.
Esse projeto foi finalizado em 2014.



Segurança Alimentar e Adaptação à Mudança do Clima

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Desenvolvimento de estudo com o objetivo de identificar, a partir de dados e informações disponíveis, a vulnerabilidade da segurança alimentar no Brasil à mudança do clima. Os resultados deste projeto contribuíram para a elaboração da estratégia setorial "Segurança Alimentar e Nutricional" do Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima (PNA), podendo subsidiar demais políticas públicas, a exemplo do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.
Esse projeto foi finalizado em 2015.

 

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