No Brasil - Implementação da Convenção

No Brasil, a Convenção de Ramsar foi aprovada pelo Congresso Nacional em 16 de junho de 1992, por meio do Decreto Legislativo nº 33, e o depósito da ratificação foi realizado um ano depois, em setembro de 1993. Posteriormente, o texto da Convenção foi promulgado pelo presidente da República por meio do Decreto nº 1.905, de 16 de maio de 1996, tendo, desde então, estatuto de lei.

A Gerência de Biodiversidade Aquática e Recursos Pesqueiros, subordinado à Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), é a autoridade administrativa da Convenção no país, atuando como ponto focal para viabilizar a implantação dos compromissos assumidos. Cabe ao MMA a formulação das estratégias, bem como o provimento dos recursos e dos meios destinados à efetiva implantação da Convenção no Brasil.O Ministério das Relações Exteriores ( MRE) é o ponto focal político.

Representantes do Governo Brasileiro para a implementação da Convenção de Ramsar

Função

Nome do representante

Órgão / Ministério

Contatos

Autoridade administrativa nacional

Paulo Rogério Gonçalves (Diretor)

Diretoria de Biodiversidade Aquática/ Ministério do Meio Ambiente.

 (61)2028 2132 ou 2552

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Contato

Mauricio Pompeu e

Ivan Barbosa

Diretoria de Biodiversidade Aquática / Ministério do Meio Ambiente

 (61) 2028-2066  

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Ponto focal para ações de Comunicação, Educação e Consciêntização Pública

Antonia da Silva Samir Ribeiro

Secretaria de Articulação e Cidadania Ambiental

Departamento de Responsabilidade Socioambiental

 (61) 2028 1559       

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Contato diplomático

Saulo Arantes Ceolin

 

Davi de Oliveira Paiva Bonavides

Divisão de Meio Ambiente / Ministéio das Relações Exteriores

 (61) 20308448

(61)20308451 

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Informes Nacionais

Desde a primeira conferência das partes os países tem apresentado relatórios nacionais de suas políticas e atividades para a conservação e uso racional das zonas úmidas. Esses documentos permitem que o Secretariado acompanhe a implementação da Convenção nos países e no mundo e, aos países, permite que monitorem a evolução de suas políticas nacionais.


COP 8 arquivo 1:

COP 8 arquivo 2:

COP 9

COP 10

COP 11

 

O Comitê Nacional de Zonas Úmidas

O Comitê Nacional de Zonas Úmidas foi instituído em outubro de 2003 e tem o papel de participar da tomada de decisões e definir as diretrizes para a implementação da Convenção no Brasil.

Ata da 1ª reunião ordinária- novembro/04

Ata da 2ª reunião ordinária - junho/05

Ata da 1ª reunião extraordinária - outubro/05

Ata da 3ª reunião ordinária - outubro/08

Ata da 4ª reunião ordinária - maio/09

Ata da 5ª reunião ordinária - novembro /09

Ata da 6ª reunião ordinária - abril/10

Ata da 7ª reunião ordinária - novembro/10

Ata da 8ª reunião ordinária - abril/11

Ata da 9ª reunião ordinária - outubro/11 

Apresentações 

6ª Reunião do Comitê Nacional de Zonas Úmidas

Apresentações

 

Recomendações do Comitê Nacional de Zonas Úmidas

 

 

            

 

Entre as áreas úmidas que têm sido objeto de políticas recentes, merecem destaque:

Recifes de Coral

Recifes de corais: reconhecidos como áreas úmidas pela Convenção, motivaram a elaboração do Programa de Conservação dos Recifes de Coral brasileiros, no qual se destacam as seguintes ações:

 

a) A publicação do Atlas de Recifes de Coral nas Unidades de Conservação Brasileiras, o primeiro mapeamento desses ambientes no país, em 2003 e com edição revisada em 2006;

b) A Campanha de Conduta Consciente em Ambientes Recifais, cujo objetivo é esclarecer turistas sobre a conservação dos recifes de coral brasileiros;

c) O Programa de Monitoramento dos Recifes de Coral Brasileiros (Reef Check Brasil), que conta com a coordenação técnica da Universidade Federal de Pernambuco, com apoio do IRCOS e do ICMBio com o objetivo de se  estabelecer as bases para o programa nacional de monitoramento das unidades de conservação que protegem esses ecossistemas. O Monitoramento já conta com 10 anos  de coleta de dados e uma publicação com resultados iniciais lançada em 2006 ( www.mma.gov.br,  www.recifescosteiros.org.br, www.icmbio.gov.br);

d) parcerias com outros projetos, como o Projeto Coral Vivo, em que são desenvolvidas ações para conservação dos recifes de coral, com uma base de pesquisa em Arraial D'Ajuda, BA e em Búzios, RJ (www.coralvivo.org.br)

e) a adesão do Brasil a Iniciativa Internacional para os Recifes de Coral - International Coral Reef Initiative, em 2006 ( www.icriforum.org).

f) Criação em 2010, Ano Internacional da Biodiversidade, da Comissão Técnica dos Recifes de Coral, no âmbito do Comitê Nacional de Zonas Úmidas, com o objetivo de elaborar uma política nacional para a conservação dos recifes de coral do Brasil. A CT se reuniu em 7 de novembro de 2012.

 

Manguezais

o  Projeto de Conservação e Uso Sustentável Efetivos dos Manguezais no Brasil (Projeto GEF Mangue) tem como objetivo consolidar uma rede de áreas protegidas que propicie a conservação e o uso sustentável dos 13.400 km2 de manguezais do país, que correspondem a 9% da área desse ecossistema no mundo.

O projeto ainda prevê o desenvolvimento de modelos de manejo sustentável, envolvendo comunidades locais, e o desenvolvimento de instrumentos econômicos que beneficiem tais comunidades, bem como a capacitação de gestores governamentais e a definição de normas que incrementam a proteção desse ecossistema.( www.icmbio.gov.br)