A Gerência de Biodiversidade Aquática e Recursos Pesqueiros, subordinado à Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), é a autoridade administrativa da Convenção no país, atuando como ponto focal para viabilizar a implantação dos compromissos assumidos. Cabe ao MMA a formulação das estratégias, bem como o provimento dos recursos e dos meios destinados à efetiva implantação da Convenção no Brasil.O Ministério das Relações Exteriores ( MRE) é o ponto focal político.
Representantes do Governo Brasileiro para a implementação da Convenção de Ramsar
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Função |
Nome do representante |
Órgão / Ministério |
Contatos |
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Autoridade administrativa nacional |
Paulo Rogério Gonçalves (Diretor) |
Diretoria de Biodiversidade Aquática/ Ministério do Meio Ambiente. |
(61)2028 2132 ou 2552
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Contato |
Mauricio Pompeu e Ivan Barbosa |
Diretoria de Biodiversidade Aquática / Ministério do Meio Ambiente |
(61) 2028-2066 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. |
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Ponto focal para ações de Comunicação, Educação e Consciêntização Pública |
Antonia da Silva Samir Ribeiro |
Secretaria de Articulação e Cidadania Ambiental Departamento de Responsabilidade Socioambiental |
(61) 2028 1559 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. |
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Contato diplomático |
Saulo Arantes Ceolin
Davi de Oliveira Paiva Bonavides |
Divisão de Meio Ambiente / Ministéio das Relações Exteriores |
(61) 20308448 (61)20308451 O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. |
Desde a primeira conferência das partes os países tem apresentado relatórios nacionais de suas políticas e atividades para a conservação e uso racional das zonas úmidas. Esses documentos permitem que o Secretariado acompanhe a implementação da Convenção nos países e no mundo e, aos países, permite que monitorem a evolução de suas políticas nacionais.
O Comitê Nacional de Zonas Úmidas
O Comitê Nacional de Zonas Úmidas foi instituído em outubro de 2003 e tem o papel de participar da tomada de decisões e definir as diretrizes para a implementação da Convenção no Brasil.
Ata da 1ª reunião ordinária- novembro/04
Ata da 2ª reunião ordinária - junho/05
Ata da 1ª reunião extraordinária - outubro/05
Ata da 3ª reunião ordinária - outubro/08
Ata da 4ª reunião ordinária - maio/09
Ata da 5ª reunião ordinária - novembro /09
Ata da 6ª reunião ordinária - abril/10
Ata da 7ª reunião ordinária - novembro/10
Ata da 8ª reunião ordinária - abril/11
Ata da 9ª reunião ordinária - outubro/11
Apresentações
6ª Reunião do Comitê Nacional de Zonas Úmidas
Apresentações
Recomendações do Comitê Nacional de Zonas Úmidas
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Recomendação que dispõe sobre a necessidade da elaboração da “Lei do Pantanal”.
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Recomendação que dispõe sobre a tutela jurídica das Zonas Úmidas
- Recomendação que dispõe sobre a necessidade de manutenção do Ecossistema Manguezal em toda sua extensão, como Área de Preservação Permanente no Código Florestal Brasileiro.
- Recomendação que dispõe sobre critérios para designação de Sítios de Ramsar e elenca áreas protegidas a serem indicadas como potênciais Sítios de Importância Internacional - Sítios de Ramsar.
- Recomendação que dispõe sobre o planejamento dos usos dos recursos naturais na Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai, com especial atenção à expansão de projetos de geração de energia hidrelétrica em prejuízo à conservação do pulso de inundação do Pantanal Matogrossense
Entre as áreas úmidas que têm sido objeto de políticas recentes, merecem destaque:
Recifes de Coral
Recifes de corais: reconhecidos como áreas úmidas pela Convenção, motivaram a elaboração do Programa de Conservação dos Recifes de Coral brasileiros, no qual se destacam as seguintes ações:
a) A publicação do Atlas de Recifes de Coral nas Unidades de Conservação Brasileiras, o primeiro mapeamento desses ambientes no país, em 2003 e com edição revisada em 2006;
b) A Campanha de Conduta Consciente em Ambientes Recifais, cujo objetivo é esclarecer turistas sobre a conservação dos recifes de coral brasileiros;
c) O Programa de Monitoramento dos Recifes de Coral Brasileiros (Reef Check Brasil), que conta com a coordenação técnica da Universidade Federal de Pernambuco, com apoio do IRCOS e do ICMBio com o objetivo de se estabelecer as bases para o programa nacional de monitoramento das unidades de conservação que protegem esses ecossistemas. O Monitoramento já conta com 10 anos de coleta de dados e uma publicação com resultados iniciais lançada em 2006 ( www.mma.gov.br, www.recifescosteiros.org.br, www.icmbio.gov.br);
d) parcerias com outros projetos, como o Projeto Coral Vivo, em que são desenvolvidas ações para conservação dos recifes de coral, com uma base de pesquisa em Arraial D'Ajuda, BA e em Búzios, RJ (www.coralvivo.org.br)
e) a adesão do Brasil a Iniciativa Internacional para os Recifes de Coral - International Coral Reef Initiative, em 2006 ( www.icriforum.org).
f) Criação em 2010, Ano Internacional da Biodiversidade, da Comissão Técnica dos Recifes de Coral, no âmbito do Comitê Nacional de Zonas Úmidas, com o objetivo de elaborar uma política nacional para a conservação dos recifes de coral do Brasil. A CT se reuniu em 7 de novembro de 2012.
Manguezais
o Projeto de Conservação e Uso Sustentável Efetivos dos Manguezais no Brasil (Projeto GEF Mangue) tem como objetivo consolidar uma rede de áreas protegidas que propicie a conservação e o uso sustentável dos 13.400 km2 de manguezais do país, que correspondem a 9% da área desse ecossistema no mundo.
O projeto ainda prevê o desenvolvimento de modelos de manejo sustentável, envolvendo comunidades locais, e o desenvolvimento de instrumentos econômicos que beneficiem tais comunidades, bem como a capacitação de gestores governamentais e a definição de normas que incrementam a proteção desse ecossistema.( www.icmbio.gov.br)